TE AMEI ALI, POR UM SEGUNDO

Para ler ouvindo

A gente aprende a viver sem a pessoa, mas não sem as memórias dela. Vira e mexe uma lembrança aparece para repassar momentos que vivemos. Acontece quando a mente está concentrada em algo e a distração nos leva para aqueles malditos sorrisos que fizeram tão bem. Parece até teste para o coração que pulsa feliz. E segundos depois é preciso lembrar porque aquela história foi interrompida.

Lembrar alguém com quem nos relacionamos é quase parecido com meditar, o pensamento vem, mas não podemos nos apegar a ele, é preciso deixa-lo ir. Para nos concentrarmos na respiração que é o real objetivo, a respiração significa o agora. E o agora é muito mais importante do que o passado, né? É. Sei que se você já meditou, sabe bem do que estou falando.

Não existe regra, nem hora certa ou errada – recordações surgem quando bem entendem. Ora nos faz bem, mas não é sempre assim. Por isso, prefiro tentar encarar e não segurar – o que não quer dizer que funciona sempre. Hahaha. Até porque “sempre” é mais inconstante do que eu, a própria geminiana.

Diante tudo isso que disse, meio bagunçado, meio que um diário, sigo “poeta vagabundo, gravando rimas num papel” pra viver e desvendar todas as formas de amor.

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2 comentários em “TE AMEI ALI, POR UM SEGUNDO

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