O BARULHO CALMO DO MEU CORAÇÃO

Olhei para você. Gravei teu cheiro, a cor do teu cabelo e o jeito que sorri timidamente. Enchi teu saco com as minhas chatices e respostas rápidas. Enquanto você tirava sarro do meu jeito sério e meio bruto de ser. Encheu meu lar de vida, num espaço de tempo tão curto, diante do outro tão longo em que não sentia que algo faltava.

Ei, tu. Que aqui fizeste casa, morada, lar. Tenha pressa, mas de voltar. Esqueça-te de partir, mas caso ocorra essa ideia, que eu faça parte dela também. Ei, tu. Quero pousar perto de ti de voo em voo, para encontrar este abraço acolhedor. Ei, tu. Vem sem medo, vem? Que eu tô é cheia de coragem.

É que eu gosto de tu, e do barulho calmo que meu coração faz quando é sobre ti. E dessa esperança amena que é viver com você. E eu gosto do movimento dança que você traz, mesmo sem ver.

Teu olho mel,

Teu lábio doce,

Teu abraço lar,

Quero ficar.

Tu que igual a pássaro

voa.

Permita-me aventurar-me

ao lado teu.

‘Poemo’-te ao amanhecer,

‘Conto’-te às tardes,

‘Narro’-te como quiseres ao anoitecer.

Espero que no virar das folhinhas do calendário, caiba os nossos planos realizar. Nessa rotina cheia de vontade estar. E que a mágica esteja presente, mesmo quando magia faltar. Ei, tu. Fico eu aqui, se tu também quiser ficar.

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