EU TÔ COM O * NA MÃO, MAS MEDO NUNCA ME PAROU

Escrito originalmente para Poligrafias.

 

Sou apenas alguém que viu o coração ser quebrado algumas vezes na vida. E ela, uma garota que já passou por muita coisa. Continuo insistindo nos meus infinitos silêncios e ela dizendo que não tem pressa com nada, que antes de qualquer coisa, prefere me ver bem. Será que ela é um anjo? Daqueles que vem para curar?

 

Fiquei refletindo quando em um dos meus sumiços ela disse “eu te entendo. E quando não te entendo, te aceito. E além de tudo eu te respeito”. Será que ela sabe que a vida é cheia de surpresas e que meus 100% podem demorar? E, se por ventura, eu for capaz de começar algo novo amanhã, será que ela também estará?

 

Certa vez ela disse que penso demais, que é só para deixar rolar, mas o que é que eu faço com toda a minha preocupação e medo? Ela nem parece de verdade, de tão boa. E eu, com minha puerilidade, não sinto que a mereço.

 

Ela é pé no chão, a mais pé no chão que conheci até hoje. Não tem as urgências que me assustam. Ela se respeita e sabe seus limites, eu acho lindo. E ela entende quando piso no freio. Ela entende mesmo, sinto pela forma natural que continua a conversar comigo.

 

Não sei, mas de tão especial que é, talvez nem a mostre a ninguém. Para que as energias continuem dispersas e não focadas nessa história que já nasceu. Será que a gente aponta para a mesma direção?

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